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Cidadão no Papel

  • 31 de ago. de 2020
  • 1 min de leitura

Atualizado: 25 de out. de 2020

"Ô Pacato Cidadão, te chamei a atenção não foi à toa, não". Vem ler 🤓


#nestedia, em 26 de agosto de 1789, foi aprovada pela Assembleia Nacional Constituinte da França a Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão. Entre os seus artigos, afirma-se que "a sociedade tem o direito de pedir contas a todo agente público pela sua administração" (artigo 15). #respondebolsonaro


Living Together in Paradise (morando juntos no paraíso), escultura de prédios do artista Vietnamita Nguyen Manh Hung, um alerta sobre o grave problema de moradia, que é um direito!


Este e outros documentos são de encher os olhos e pulsar mais forte o coração, mas está cada vez mais difícil garantir os Direitos, e acabar com os Privilégios, que dá essa falsa sensação de que esta tudo bem pra todo mundo.


Chamas: Imagem do livro Fahrenheit 451, em que as pessoas eram proibidas de ler queimando os livros. Eis que surge a proposta de taxação de livros, que não vai impedir a compra ou a leitura, mas vai dificultar para alguns e simplesmente impossibilitar para outros. O que me leva a frase de Michel Foucault no livro "Vigiar e Punir":


“O sofrimento físico, a dor do corpo não são mais os elementos constitutivos da pena. O castigo passou de uma arte das sensações insuportáveis a uma economia dos direitos suspensos”.

Danny Rodrigues, estudante de Serviço Social, ativista dos Direitos Humanos, curiosa!


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